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O MEU PAI É O SUPE HÓMI!

Dois meninos de aproximadamente cinco anos conversavam e tomavam sorvete na frente da casa de um deles.
- No que seu pai trabalha hein, Pedro?
- O meu pai é o supe hómi.
- Ah, que mentira!
- Tô falando...
- Tá falando mentira!
- Não tô mentindo! É verdade! Ele é o supe hómi!
- E como é que você sabe disso?
- Todo dia de manhã ele veste um casaco, pega uma bolsa cheia de roupas que ele nunca me deixa ver, e sai no "mó" mistério. Pensa o que? É o traje especial de supe hómi que ele esconde! Depois ele chega e vai falar com a mamãe das lutas que teve o dia inteiro. Meu pai é o supe hómi e todo dia ele vence o mal!
- Olha lá, seu pai tá chegando.
- Você vai ver só como ele é o supe hómi!

Carinhosamente o homem afaga o cabelo dos meninos e entra na casa. Lá dentro, a esposa o saúda e pergunta sobre o seu dia, ao que ele responde: - Muitas lutas! Estou exausto! Mas com Cristo vamos vencendo.

- Uaaaauuu! - o amigo exclamou admirado.
- Viu! Eu falei!
- Ele é mesmo o supe hómi! Até Jesus quer ser o parceiro de luta dele!
- Vai! Meu pai é disputado, ô!

Sejam doutores ou vendedores ambulantes, para as crianças seus pais são sempre super-heróis. Elas sempre os enxergam como grandes homens que, de fato, eles são em suas vidas.Que todos os pais se sintam gratificados pela imagem maravilhosa que seus filhos fazem a seu respeito, e que diante disso, tenham a iniciativa de lhes deixar bons exemplos como herança. Que todos os filhos possam expressar a admiração e o amor que sentem por seus pais enquanto eles estão aqui para agradecê-los com lágrimas nos olhos e um abraço apertado. E que todos nós possamos expressar diariamente o amor e a admiração que temos pelo nosso outro Pai, Deus, o nosso mais que super-herói, que nos amou tanto a ponto de dar o seu filho Jesus Cristo para morrer em nosso lugar, a fim de que vivêssemos e tivéssemos a chance de voltar para os braços Dele!

Jacqueline Collodo Gomes
Fonte: http://www.vivavidacomjesus.com/

O PAI PRÓDIGO

O jovem pai iniciou sua jornada. “O caminho é longo?”, ele perguntou. O mentor disse: “Sim, o caminho é longo e duro. Você estará bem velhinho antes de chegar ao fim dele. Mas lembre-se de uma coisa; o fim será melhor do que o começo”.

O jovem pai estava tão feliz que não podia acreditar que qualquer coisa poderia ser melhor do que aqueles anos. Ele brincava com seus filhos e os ensinava seus esportes favoritos; desde andar de bicicleta até parar debaixo de uma noite estrelada para contar as estrelas. Ele os ajudava a ter apreço pela natureza e admirar as plantas e as flores ao longo do caminho. Juntos, se divertiam nas águas cristalinas dos riachos e o sol brilhava sobre eles e a vida era tão boa, e o jovem pai exclamava; “Nada, jamais poderá ser melhor do que isso!”.

Então a noite veio e um temporal bateu e o caminho escureceu. Seus filhos tremeram de medo e frio. O pai os trouxe para bem pertinho de si e os abraçou com um manto que cobria e protegia as crianças. Naquela noite, os filhos disseram: “Ó pai, nós não estamos mais com medo, pois o senhor está perto e nenhum mal pode nos sobrevir". E o jovem pai disse: "Isto é melhor do que o brilho do dia, pois hoje, meus filhos foram ensinados o que significa ter coragem".

Na manhã seguinte, eles tinham uma grande montanha diante deles. Os filhos começaram a se cansar enquanto subiam. O pai também estava cansado, mas ele dizia o tempo todo aos filhos: “Um pouco mais de paciência e logo chegaremos no topo desta montanha”. Assim, os filhos escalaram e ao chegarem no topo, disseram: “Não teríamos conseguido sem você pai”. E o pai, quando se deitou naquela noite debaixo do céu estrelado disse: “Hoje, com certeza, foi melhor do que ontem, pois meus filhos aprenderam a ter força diante dos desafios. Ontem eu lhes dei coragem, hoje eu lhes dei a força”.

No dia seguinte, os ventos sopraram nuvens estranhas que escureceram a terra – nuvens de guerras, ódio e destruição. Os filhos tatearam e tropeçaram e o pai disse: “Filhos, olhem para cima. Ergam os olhos para acima das nuvens. Olhem para a Luz”. E os filhos olharam e viram, acima das nuvens, a Glória Eterna e ela os guiou, e, assim foram conduzidos com segurança na travessia pela escuridão. Naquela noite, o pai disse: “Este, com certeza, foi o melhor dia de todos, pois, hoje eu mostrei Deus aos meus filhos”.

E os dias se passaram, e as semanas e meses se foram e o pai envelheceu. Agora, depois de muitos anos, ele estava pequeno e curvado, porém, seus filhos eram altos e fortes. Seus filhos andavam com coragem e quando o caminho era duro, eles estavam ali ao lado do pai para ajudá-lo. Quando o caminho era cheio de obstáculos, os filhos o erguiam e carregavam-no, pois ele estava tão leve quanto uma pena.

Finalmente, chegaram a um monte e lá de cima, enxergaram uma estrada que reluzia com um brilho intenso. Ao olharem, viram um grande portão de ouro que estava escancarado. E o pai disse: “Filhos, cheguei ao fim da minha jornada. Agora sei que o fim é melhor do que o começo. Hoje vocês têm a força, a coragem e a sabedoria para caminharem sozinhos e para conduzirem seus filhos.

E, ali parados enquanto observavam, o pai caminhou sozinho rumo ao portão que se fechou após ter entrado. Os filhos se entreolharam e disseram: “Embora temporariamente não possamos vê-lo, ele continuará conosco para sempre. Um pai como o nosso é mais do que uma simples lembrança. Ele é uma presença viva no nosso meio”.

Fonte: http://www.hermeneutica.com/

SIM, VOCÊ TEM UM PAI!

por Dennis Downing

Alguns de nós não temos boas memórias dos nossos pais. Alguns tiveram pais violentos, abusivos ou rudes. Outros nem conheceram seus pais ou, se conheceram, foi muito pouco. Minha mãe mal conheceu seu pai. Se não me engano, ela disse que só lembra de duas ocasiões quando esteve com ele como menina. Para alguns o dia dos pais, ao invés de ser um dia de comemoração e alegria, é um dia de tristes lembranças. Para outros ainda é um dia triste porque, apesar de ter tido um pai que foi bom e muito amado, ele já partiu deste mundo. Graças a Deus, alguns têm boas lembranças e seus pais ainda estão aqui para comemorar este dia especial.

Queremos saudar os pais desta igreja e reconhecer todos os pais que realmente têm se dedicado a cuidar bem dos seus filhos. Quero dizer que até a tristeza de alguns que não têm boas memórias dos seus pais, ou que sentem uma enorme saudade do pai que já paritu desta vida– para todos vocês – há um sentido especial neste dia dos Pais.

Você tem um pai que sempre lhe amou. Apesar das experiências que teve nesta vida – Você tem um pai que nunca lhe abandonou. Você tem um pai que, desde antes que você nasceu, tem trabalhado e operado para que você tivesse toda a felicidade possível a um ser humano.

Aquele pai é o nosso Deus.

João falou sobre esta realidade com as seguintes palavras:
“Aquele que é a Palavra veio para o seu próprio país, mas o seu povo não o recebeu. Porém alguns creram nele e o receberam, e a estes ele deu o direito de se tornarem filhos de Deus. Eles não se tornaram filhos de Deus pelos meios naturais, isto é, não nasceram como nascem os filhos de um pai humano; o próprio Deus é que foi o Pai deles.” – João 1:11-13

Por melhor que seu pai seja, um dia ele será vencido pela morte. Pode ser uma doença, um ato de violência, ou simplesmente o fim das forças desse corpo. Um dia até o melhor dos pais desta vida deixará de estar lá para lhe ajudar como pai. Mas Deus não morre, ele não vai embora. Ele não esquece. E mesmo que a luta seja longa, ele derrota qualquer inimigo.

Neste Domingo, ao invés de elogiar os pais humanos, nós vamos elogiar e louvar o pai de todos nós – Deus. Os Evangelhos registram Jesus chamando Deus de Pai mais de 150 vezes.
Em suas primeiras palavras, Jesus falou: "Não sabíeis que me cumpria estar na casa de meu Pai?" (Lc 2.49) Nas suas últimas palavras, Jesus clamou: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito" (Lc 23.46). Só no Evangelho de João, o Senhor Jesus repetiu este nome mais de 100 vezes. Não foi Jesus que nos ensinou a começar nossa oração com a frase "Pai nosso"?

Deus gosta de ser chamado de Pai. Ele gosta de ser chamado de Pai porque é assim que Ele olha para nós – como filhos dEle. Eu sei que é difícil pensar em Deus como pai, porque nós não O vemos. Nós não sentimos a mão dele nos nossos ombros, não ouvimos a voz dEle nos encorajando. Não O vemos nos defendendo ou protegendo. Ele parece mais austente do que qualquer pai terrestre. Mas a chave é justamente esta – é só a aparência. Deus está conosco. Deus está aqui, agora neste salão. Deus está presente na sua vida, cuidando, guiando, protegendo. Creio que só lá no céu é que vamos descobrir o quanto Deus estava cuidando de nós, nos protegendo, nos guidando pelo seu Espírito, pela Palavra, pelos conselhos de nosso irmãos (outros filhos que Ele deixou aqui para nos ajudar) e assim por diante.

Na verdade, Deus está mais presente do que qualquer pai biológico poderia ser.
** Um irmão muito querido para mim, Carlos Eduardo, me chama com todo carinho de “pai”. E eu agradeço porque em Carlos Eduardo Deus, meu Pai, me deu um filho. Mas, quando eu escuto Carlos falando de como ele era, por onde ele andava, o que ele fazia, o caminho no qual ele andava, descendo para o Inferno sem perceber - e daí escuto ele falando sobre como Deus o pegou e o levou pela mão para a salvação em Cristo Jesus, eu sei que estou escutando alguém que viu como Deus é o melhor Pai que qualquer pessoa pode sonhar. Nós queremos louvar a Deus e agradecer a Ele porque Ele é o nosso verdadeiro Pai. Este culto é dedicado a Deus como nosso Pai. Quando você cantar, pense em Deus. Pense em ficar frente a frente com Ele, agradecendo a Ele por tudo que Ele tem feito na sua vida.

** Uma das reclamações dos filhos quando se aproxima o dia dos pais é “o que dar para papai” de presente? Afinal, parece que ele tem tudo que precisa. Parece assim com Deus também.
Mas uma coisa que você pode dar, que ele nunca vai recusar, é isso – o louvor de um coração sincero e grato por tudo que Ele tem feito. Dê a Ele agora este louvor de todo seu coração. Vamos agradecer agora ao nosso Pai por tudo que Ele tem feito, por tudo que Ele é para nós – seus filhos.

Fonte: http://www.hermeneutica.com

CHOCOCHARGE: PAI FELIZ



DIA DOS PAIS: UM TRIBUTO

por Max Lucado

Hoje é Dia dos Pais. Um dia de água de colônia. Um dia de abraços, gravatas novas, telefonemas interurbanos e cartões.

Hoje é o meu primeiro Dia dos Pais sem um pai. Durante 31 anos eu tive o meu. Tive um dos melhores. Mas agora ele se foi. Está sepultado sob um carvalho num cemitério do Texas. Embora não esteja aqui, sua presença está muito próxima — especialmente hoje.

Parece estranho ele não estar aqui. Penso que é porque ele nunca esteve longe. Estava sempre perto. Sempre disponível. Sempre presente. Suas palavras não eram novidade. Seus empreendimentos, embora admiráveis, não eram nada de extraordinário.

Mas a sua presença era.

Como uma lareira quente numa casa grande, ele era uma fonte de conforto. Como um balanço forte no terraço ou uma árvore de galhos grossos no quintal, ele podia sempre ser encontrado... e servir de apoio.

Durante os anos turbulentos da minha adolescência, meu pai era uma parte previsível de minha vida. Namoradas vinham e namoradas iam, mas Papai ficava ali. Os torneios de futebol se transformavam em torneios de beisebol e depois voltavam a ser de futebol, e meu Pai estava sempre ali. Férias de verão, encontros, álgebra, primeiro carro, jogo de basquete — tudo tinha uma coisa em comum: a presença dele.

E porque estava ali a vida corria suavemente. O carro sempre andava, as contas eram pagas e a grama cortada. Porque estava ali, o riso era alegre e o futuro protegido. Porque estava ali, meu crescimento foi como Deus queria que fosse; uma corrida através da magia e do mistério do mundo como num livro de histórias.

Porque estava ali, os filhos não tinham nunca de preocupar-se com imposto de renda, contas de poupança, contas mensais ou hipotecas. Essas coisas ficavam no departamento de meu pai.
Temos uma porção de fotografias da família sem ele. Não por não estar presente, mas porque era ele quem ficava atrás da máquina.

Ele tomava as decisões, acabava com as brigas, ria das comédias na TV, lia o jornal todas as noites e fazia o café no domingo. Ele não fez nada fora do comum. Só fez o que se espera que os pais façam — estar presentes.

Ele me ensinou a fazer a barba e a orar. Ele me ajudou a decorar versículos para a Escola Dominical e me ensinou que o erro deve ser castigado e a justiça tem sua própria recompensa. Ele serviu de exemplo para a importância de levantar cedo e não contrair dívidas. A sua vida expressou o equilíbrio difícil entre a ambição e a auto-aceitação.

Ele é sempre lembrado. Quanto sinto o cheiro da loção após-barba, penso nele. Quando vejo um barco de pesca vejo a sua face. E ocasionalmente, mas não muitas vezes, quando ouço uma boa piada, posso ouvi-lo rir. Ele tinha um jeito engraçado de rir, levantando as sobrancelhas.
Meu pai jamais falou comigo sobre sexo nem me contou a história de sua vida. Mas eu sabia que se desejasse ele me contaria. Tudo o que tinha a fazer era perguntar. E eu sabia que se um dia precisasse dele, estaria ali.

Como uma lareira acolhedora.

Talvez seja por isso que este Dia dos Pais está um pouco frio. O fogo se foi. Os ventos da idade engoliram a última chama esplêndida, deixando apenas brasas fumegantes. Mas há uma coisa estranha sobre essas brasas. Mexa nelas e uma chama dourada começa a dançar. Ela dançará apenas brevemente, mas dançará; removendo suficientemente o frio do ar e fazendo lembrar que ele continua... de maneira muito especial, muito presente.

Fonte: http://www.hermeneutica.com/